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quarta-feira, 22 de março de 2017

[Novidades] 'Isabel de Aragão – Entre o Céu e o Inferno' de Isabel Stilwell


A rainha que Portugal imortalizou como Rainha Santa...



Nasceu envolta no saco sagrado, a 11 de fevereiro de 1270, em Saragoça. Intocável. Protegida. Com poucos dias de vida o avô, Jaime I, levou-a consigo para Barcelona, no meio de uma tempestade. Cresceu a ouvir histórias de grandes conquistas, de reinos divididos por lutas sangrentas entre pais e filhos e entre irmãos. A história de Caim e Abel. Uma história que se repetiu ao longo da sua vida… 

Aos 12 anos casou com D. Dinis, rei de Portugal, e junto dele governou durante 44 anos. Praticou o bem, visitou gafarias, tocou em leprosos e lavou-lhes os pés, gastou a sua fortuna pessoal a ajudar os que mais precisavam e mandou construir o mosteiro de Santa Clara, em Coimbra. Da sua lenda fazem parte milagres, curas e feitos. Mas a melhor rosa de Aragão, que herdou o nome da Santa Isabel da Hungria, era boa para ser rei, como dizia muitas vezes o marido.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

[Novidades] 'Imperatiz D. Leopoldina' de Marsilio Cassotti


"Leopoldina de Habsburgo é uma personagem decisiva da história do império português no Brasil. Contudo, foi sempre retratada como uma mulher frágil, traída pelo marido, passiva e sem qualquer vontade política. Este livro traz-nos a sua verdadeira história.
Numa viagem que nos leva desde a infância da jovem arquiduquesa, durante as guerras napoleónicas contra a Áustria, até ao seu casamento estratégico com o tão belo como Adónis Pedro de Bragança, herdeiro da coroa do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

No final de 1817, Leopoldina chega ao Rio de Janeiro. Uma parte da corte, liderada pela rainha Carlota Joaquina, recebe-a com frieza. Preferiam «uma portuguesa ou uma espanhola». D. Pedro desfaz-se em atenções e durante noites a fio vivem uma enorme paixão, mas cedo o príncipe do Brasil volta para os braços da sua amante.
«Os homens são cópias das mariposas», escreve a princesa germânica à sua irmã mais velha. Desprezada pelo marido refugia-se na alegria da maternidade.
Em 1821, depois do regresso de D. João VI a Portugal, quando as «revolucionárias» cortes portuguesas retiram ao Brasil a categoria de Reino, Leopoldina deixa de lado o rancor e empenha-se em ajudar D. Pedro, que a humilhava ao passear pelo Rio de Janeiro de braço dado com a bela e astuta Domitila de Castro.

Na iminência de um possível ataque português ao Rio, Leopoldina aconselha o marido a separar o território brasileiro da pátria-mãe e a assumir-se como Imperador. Para calar os rumores que lhe minam o prestígio, em novembro de 1826 o Imperador decide ir defender a província de Cisplatina. Antes do beija-mão de despedida, obriga a esposa grávida a ficar ao lado da amante. Perante a sua nega, Pedro trata «de forçar D. Leopoldina a entrar no salão onde se realizaria a cerimónia». Nessa noite, o estado de saúde da Imperatriz agrava-se perigosamente…
Baseada no que relatam (e no que ocultam) as cartas de Leopoldina, o autor bestseller Marsilio Cassotti leva-nos ao Brasil do século XIX, para nos narrar, nesta biografia apaixonante, a história de uma mulher destinada a ser rainha de Portugal, que, apesar das humilhações que sofreu, acabou por ter um papel decisivo na independência do Brasil."

Lançamento pela editora Manuscrito a 17/06/2015

sábado, 9 de maio de 2015

[Novidades] 'D. Teresa' de Isabel Stilwell


Oferta Exclusiva InternetLivros AutografadosFaça a sua encomenda e receba em exclusivo o seu livro autografado pelo autor.Exclusivo Internet. Limitado ao stock existente. 

Esta é a história de Teresa, filha de Ximena Moniz do Bierzo, de quem herdou os olhos verdes e a astúcia, e de Afonso VI de Leão e Castela. Isabel Stilwell, a autora de romances históricos mais lida em Portugal, traz-nos um romance emocionante sobre esta personagem fundamental da nossa história. Uma mulher de armas, à frente do seu tempo, que governou num mundo de homens e de conspirações. Viúva aos vinte e cinco anos do Conde D. Henrique de Borgonha regeu com pulso de ferro o que era seu por direito. Em 1116, o Papa Pascoal II reconhecia-a como Rainha. Pelo Condado Portucalense confrontou a meia-irmã e rival Rainha Urraca de Castela, o pai, a igreja Católica, os nobres portucalenses e até mesmo o seu próprio filho D. Afonso Henriques, na lendária Batalha de São Mamede, em 1128. Trinta e três anos depois de ter chegado ao condado, via-se obrigada a fugir, derrotada e traída. Restava-lhe o consolo de ter a seu lado o seu amado, Fernão Peres de Trava, e a certeza de que em Sahagún, Alberto, seu fiel amigo, escreveria, com verdade, a sua história.

Lançamento Editora Manuscrito a 09/05/2015